FLORES DO MUNDO

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SENTIMENTOS PEQUENOS

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PESSOA TOLA, PESSOA SÁBIA

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Sobre PÉS FORMOSOS…

passarinho- pes- botas-69272219_10206874936667903_4206588727453024256_nDia desses, eu estava numa das minhas turmas do 9º ano, corrigindo e registrando algumas atividades.

Eu combinei com meus alunos que eles receberiam uma “notificação”, se deixassem de fazer três atividades seguidas. Essa notificação consiste em tornar os pais cientes da situação e, vamos combinar, nenhum aluno gosta de recebê-la. Eu também não gosto de dar, mas às vezes é necessário.

Pois bem, numa turma de 30 alunos, eu já tinha uma “listinha negra” de 6 e comecei a falar os nomes. Um dos alunos da lista havia faltado naquele dia, então,quando falei seu nome, um garoto que estava sentado lá no fundo da sala deu um salto e veio correndo em minha direção:

– Professora, professora!

Fiquei até assustada com tanta euforia.

– Que foi, meu filho?

– Professora, eu moro perto dele, se quiser, eu levo a “ocorrência”!

Parei por um instante, fixei o olhar no menino, sem acreditar no que eu havia acabado de ouvir e falei:

– Misericórdia!!! Essa disposição toda é só pra levar uma má notícia pro seu colega?

Ele riu amarelo.

– Volte pro seu lugar e, da próxima vez, use essa sua animação apenas para fazer o bem e para levar boas notícias.

Fiquei triste, sabe? Infelizmente esse meu aluno é apenas o reflexo da “disposição equivocada” do mundo atual.

As pessoas se apressam para fazer o mal, para repassar informações de dor ou de vergonha; mas quando a notícia é boa, parece até que, de repente, os canais DIGITAIS voltam a ser ANALÓGICOS e que as pessoas andam em câmera lenta!

Faz tempo que a Palavra de Deus destaca a beleza dos pés das pessoas que se apressam para propagar alvíssaras: “Quão formosos são, sobre os montes, os pés dos que anunciam as boas novas; dos que proclamam a paz; dos que trazem boas noticias…” (Isaías 52:7).

Belos não são os pés limpos, perfumados, com unhas pintadas e aparadas; belos não são os pés que desfilam em sapatos caros nem os velozes que ganham maratonas.

Belos sempre foram e sempre serão os pés que se apressam, que correm e que não deixam para amanhã uma boa notícia de paz.

Lídia Vasconcelos

 

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MELHOR AMIGO…

nosso melhor amigo- nosso amor

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💞 MORFOLOGIA DO AMOR 🍎

dieta-Gordura-localizada-out-JPG– Não engorde, não! Senão eu a devolvo pros seus pais!

Era o que aquele rapaz sempre dizia, em tom de brincadeira, à sua bela esposa, nos primeiros meses de casamento, quando estavam à mesa, fazendo alguma refeição.

Ela ria um riso amarelo, sabendo que era brincadeira, mas estremecia por dentro. Passou a ter pesadelos terríveis nos quais se via do tamanho do mundo e explodia feito aquela personagem da novela Saramandaia.

Alguns anos se passaram, ela continuava bela, porém a fita métrica que media sua cintura parecia ser a mesma usada para medir o amor do seu marido por ela, e isso a incomodava, sabotava sua felicidade.

Numa reunião de amigos, como sempre, no calor da descontração, ele chama a atenção de todos, parecendo que vai fazer um pronunciamento:

– Pessoal, pessoal! Eu sou um cara sortudo mesmo, olhem aqui a minha mulher, continua linda. Mas ela já sabe, né, amor? Tem que ser amiga da balança, senão…

Todo mundo sabia dessa frase, alguns até a completavam. Mas, curiosamente, naquele dia, a mulher esperou todo mundo sorrir, olhou seriamente na direção do seu amado e falou:

– Tudo bem, meu bem, eu sei… Mas você, se engordar, se emagrecer, se perder os cabelos (o que já estava acontecendo), se adoecer ou envelhecer, eu ainda vou estar ao seu lado, porque a balança que pesa o meu amor, de tão grande que é, ainda não inventaram.

Ela foi ovacionada por todos e o marido nunca mais fez essa “brincadeira” em público nem na intimidade da alcova.

Alguns anos se passaram e ele teve, infelizmente, câncer de próstata. Ficou desfigurado, quase morreu. Mas a esposa esteve o tempo todo ao seu lado, cuidando e contribuindo para a sua recuperação. Em nenhum momento, ele foi ameaçado ser devolvido para a sua família ou ser dado de presente para a Morte.

Toda brincadeira esconde (ou revela) uma verdade.

Não quero, porém, entrar nesse mérito, só quero chamar a atenção pra toda essa sofrência desnecessária que a gente impõe às pessoas diariamente, condicionando sua alegria, sabrecando seu sorriso, empatando sua espontaneidade e afetando a liberdade de escolherem o que quiserem ser!

E os prejuízos para o corpo e para a alma são incalculáveis, pois essas imposições terminam contribuindo para a elaboração de mentiras, para a dissimulação, para a bulimia/anorexia, para o surgimento de uma verdadeira quadrilha de ladrões da felicidade!

Se não puder amar só por amar, sem estabelecer multas e juros pela mudança da imagem do outro/da outra, não ame.

Contente-se com a sua própria imagem no espelho!

Entenda que a morfologia do amor, do verdadeiro amor, tem padrões que fogem à convenção do olhar e da pele.

A fita métrica e a balança que medem e pesam o amor… Graças a Deus, ainda não inventaram.

Lídia Vasconcelos

Bom domingo, amigos!

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INFINITO

pessoa finita - infinito

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Sobre DESERTOS…

37038922_2251812104836002_1437407356471214080_nNão foi Deus quem me levou pro deserto.

Eu caminhei pra lá com as minhas próprias pernas, guiada pelo meu orgulho e pela minha frágil autossuficiência.

Não foi Deus quem me levou pro deserto, foram as minhas próprias escolhas.

Mas Ele sabia que eu não sobreviveria ao calor mortal do dia nem ao frio cortante da noite.

Ele também sabia que eu morreria de sede, na solidão.

Não foi Deus quem me levou pro deserto… Mas foi Ele quem me tirou de lá.

Lídia Vasconcelos

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Sobre FÁBRICAS e OFICINAS…

poema - FÁBRICAS e OFICINAS

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SOBRE AMORES NÃO CORRESPONDIDOS

SAUDADE- AMORES NAO CORRESPONDIDOS-36739827_2238299006187312_5870777572698095616_oEu nunca tive medo de amor não correspondido.

Amar e não ser amada na mesma proporção nunca me frustrou.

Ah, já vivi tantos amores platônicos, impossíveis… E todos foram segredados nos diários da adolescência ou no ouvido da melhor amiga!

Amor não correspondido é fábrica de endorfina, faz a gente rir à toa, ter pena de formiga, escrever poesia.

É autossustentável, basta-se.

Não faz estragos na vida de ninguém. E, se houver algum prejuízo, quem o alimenta sempre paga a conta sem reclamar. Então, com o tempo, se não vingar, é guardado ou esquecido numa gaveta qualquer da memória.

O meu verdadeiro terror sempre foi o amor de mentirinha: aquele barulhento, glamouroso, superdimensionado, contado aos quatro ventos nas ruas e nas redes sociais, não com o intuito de inspirar, mas de despertar a cobiça das pessoas mal-amadas, malcasadas, mal acompanhadas, mal comidas…

Desse tipo de amor, eu me pelo de medo, porque nunca é como demonstra ser!

Quando os celulares descarregam, quando as portas se fecham, o sorriso vira carranca, o abraço vira solidão.

E o amor de mentirinha sobrevive como sobrevive o Teatro: de beijo técnico, de performances, de belos atores, de textos bem ensaiados…

A única diferença é que, no final, não há ninguém para aplaudir o espetáculo.

Lídia Vasconcelos

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